terça-feira, março 23, 2010

Tertúlias Pré-socráticas, quarta sessão



























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«A quarta sessão, dedicada a Parménides e Zenão de Eleia, chegará no dia 24 de Março, quarta-feira, às 18.00, no TAGV, após a qual haverá um breve intervalo para as férias universitárias. Parménides, da cidade de Eleia na Magna Grécia (Itália), deixou-nos um corpus imponente de fragmentos onde parece ser advogada a ideia da realidade como inalterável, atemporal, permanente, em tudo contrária aos nossos sentidos. Zenão, o seu discípulo, formulou paradoxos para comprovar a teoria do mestre, como o famoso de Aquiles e da tartaruga, onde o veloz herói é incapaz de ganhar uma corrida à sua adversária. Absolutamente contra-intuitiva é esta filosofia, mas curiosamente parece que o desenvolvimento da ciência moderna tem forçado um regresso, ou pelo menos a uma combate com estas propostas, e um confronto com ideia parmenideia da inalterabilidade do universo.»

terça-feira, março 16, 2010

Tertúlias Pré-socráticas, terceira sessão

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A terceira sessão do ciclo de Tertúlias Pré-Socráticas, dedicada a Heraclito, realizar-se-á no dia 17 de Março, quarta-feira, às 18:00, no TAGV, e contará com a presença de Alexandre Sá, da Universidade de Coimbra, e com a leitura, pelo recém-surgido duo Voz Baixa, de um conto de Gonçalo M. Tavares, inspirado pela figura do filósofo de Éfeso. De Heraclito, dito O Obscuro, chegaram-nos pouco mais que uma centena de fragmentos, mas esses bastaram para que conquistasse a admiração de Hegel, Nietzsche ou Heidegger, entre tantos. Nele encontramos, a título de curiosidade, o primeiro registo da palavra «filósofo». A sua doutrina do fluxo eterno — não é possível entrar duas vezes no mesmo rio: quem não ouviu já a frase? — e da unidade dos opostos, bem como o seu estilo muito próprio, quase oracular, a tempos, continuam a fascinar quem se confronta com o que dele nos chegou. (Texto tirado daqui.)

Francisco José Viegas sobre o prémio Vida Literária, atribuído a Maria Helena da Rocha Pereira

«Há prémios que nos deixam confiantes. O Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores atribuído a Maria Helena da Rocha Pereira distingue um nome ilustre e querido das Humanidades. Depois de o Estado e o seu bando de ignorantes terem praticamente banido os Estudos Clássicos das nossas escolas e universidades, aviltando-se e tentando humilhar-nos, o prémio da APE aponta um nome, elege uma paixão e escolhe uma trincheira: Maria Helena da Rocha Pereira contribuiu como ninguém para a sobrevivência dos estudos de cultura clássica em Portugal. Quando as autoridades forem chamadas ao palco, espero que corem de vergonha e não repitam as inanidades do costume sobre como estão contentes com este prémio. Ele é uma acusação contra a ignorância e a banalidade. Parabéns.»

Francisco José Viegas, aqui. Via Blogtailors.

terça-feira, março 09, 2010

Prémio Vida Literária

A Senhora Professora Maria Helena da Rocha Pereira foi agraciada com o prémio Vida Literária. Ler mais aqui.

Tertúlias Pré-socráticas, próxima sessão




































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terça-feira, janeiro 19, 2010

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Valença recupera lápide romana que estava desde 1903 no Museu Nacional de Arqueologia

Adam Goldsworthy, autor de «César, a Vida de um Colosso»

"Eu tive a sorte de aprender latim ainda no liceu, e ensinaram-me a dar importância à herança clássica", disse-nos o historiador. Porém, sabe que não é isso que acontece mesmo onde devia acontecer. Há umas décadas, nas academias militares ainda se liam os Comentários sobre a Guerra na Gália, o magnífico relato que o próprio Júlio César escreveu sobre os dez anos de campanhas de conquista, pacificação e ocupação, mas hoje a obra desapareceu dos currículos. O que é pena: "Era importante regressarmos à história clássica porque ela impregna toda a nossa cultura e instituições. As nossas grandes referências culturais, mesmo as mais recentes, ainda são figuras que conheciam a cultura clássica muito bem, mas isso está a acontecer cada vez menos. Em contrapartida, há muito para aprender, até porque há muitos paralelos com a vida política moderna", considera Goldsworthy. Ler mais aqui.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

A Cidade (Aristófanes)

Sinopse da peça A Cidade, a estrear no São Luiz, em Lisboa, dia 14 (até 14 de Fevereiro).

Diz-se que foi na Grécia Antiga que nasceu a Civilização Ocidental e que foi em Atenas, vários séculos antes de Cristo, que nasceu a Democracia. Nas comédias de Aristófanes, por sinal um conservador, no violento e insurrecto humor com que nelas retrata a vida daquela cidade ‘perfeita’, nestes textos escritos há 2.500 anos, fomos encontrar o material para a composição do guião deste espectáculo. É com as confusões e as dificuldades da vida numa sociedade que se quer democrática, a corrupção da sua política, o seu desejo de paz, as suas saudades do campo, a maneira como convive com os seus ‘poetas’, as peripécias sexuais e conjugais que se geram na coexistência do público e do privado, em suma, com a vida da polis, e através das mais que inevitáveis semelhanças com os contratempos dos nossos dias, que este espectáculo quer brincar. Uma grotesca metáfora de todas as Cidades, construída por um grande grupo de actores no palco do São Luiz, teatro da cidade de Lisboa.

sexta-feira, novembro 20, 2009

Doutoramento «Honoris Causa»

De George Steiner, dia 26 de Novembro de 2009 às 15h00 no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa. George Steiner receberá as insígnias de doutor honoris causa por proposta da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e será apadrinhado na cerimónia pelo Professor José Pedro Serra (professor associado com agregação do Departamento de Estudos Clássicos da FLUL), que proferirá o elogio.

segunda-feira, novembro 09, 2009

Paisagem e erudição no humanismo português


Lançamento do livro

'Paisagem e erudição no humanismo português. João
Rodrigues de Sá de Meneses
'


de Ana María S. Tarrío

4 de Dezembro
pelas 18.00 horas

Fundação Calouste Gulbenkian
no âmbito da Festa do Livro

sexta-feira, novembro 06, 2009

Vestígios Arqueológicos da Época Romana em Alcácer do Sal

«Um conjunto de tanques, cerâmica, uma cisterna e três esqueletos são alguns dos vestígios da época romana encontrados no local onde estava prevista a construção, já suspensa, do Centro Escolar do Torrão, concelho de Alcácer do Sal.» Ler mais aqui.